A formação inicial e continuada em educação especial
vivências de professores da escola da APAE de Montes Claros (1970 a 2015)
DOI:
https://doi.org/10.46636/recital.v8i1.572Palavras-chave:
Formação de professores, Educação Especial, Apae, Montes ClarosResumo
Este artigo discute a formação de professores em Educação Especial da Associação de Pais e Alunos Excepcionais (Apae) de Montes Claros, entre 1970 e 2015, problematizando as motivações para a construção do conhecimento pedagógico para a prática docente. O recorte temporal diz respeito ao período de instalação da instituição no município em 1970 à promulgação da Lei 13.146, de 6 de julho de 2015, que assegurou a inclusão das pessoas com deficiência no sistema educacional regular. Teoricamente, fundamenta-se em autores como: Anjos (2013), Dias e Souza (2017), Mazzotta (2021), Neves (2013) e Tanuri (2000). Na pesquisa histórica, utilizou-se o recurso da História oral (Alberti, 2006), recorrendo às “fontes vivas”. Foram entrevistadas quatro ex-professoras e uma professora que ainda trabalhava na instituição, um ex-presidente, duas ex-funcionárias do telemarketing da Apae, uma ex-professora e empresária do campo da educação e o filho do fundador. Os resultados da análise ressaltaram a importância da Apae no apoio às pessoas com deficiência, oferecendo suporte para superação dos desafios e oportunizando conquistas. A pesquisa aponta para novos estudos que possibilitam maior compreensão sobre essa instituição educacional, explorando temas como práticas pedagógicas, percepção da comunidade e educação profissional.
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