A complexidade do fazer docente
construções, tensões e (re)significações nas relações intergeracionais
DOI:
https://doi.org/10.46636/recital.v8i1.680Palavras-chave:
Docência, História da Educação, MoralidadeResumo
Este artigo parte da reflexão sobre atuação de docentes como mediadoras(es) das relações intergeracionais. Entendemos que na prática docente, há um processo de estímulo à reelaboração e significação, pelas novas gerações, de princípios axiológicos que lhes são apresentados e, neste sentido, buscamos interlocutores para reflexão sobre transformações de valores nas relações. Para desenvolver a narrativa, fundamentamo-nos em teorias contemporâneas sobre Educação e sua historicidade (Cury, 2002; Faria Filho, 2012; Masetto, 2009; Nóvoa, 1991, 2023) em diálogo com as teorias sociais críticas à sociedade, moralidade e escolarização (Adorno, 2006; Arendt, 1975; Artaxo, 2014; Bauman, 1997, 2010; Charlot, 2014, 2019; Cortella e La Taille, 2009; Freire, 1987; Latour, 2014; Mioto, 2022; Morin, 2020; Pacheco, 2019; Rios, 2010). Designamos de fios da memória (prática, teoria e imaginário) os constituintes da caminhada cotidiana da docência. A composição desses fios se ancora nos objetivos deste estudo que é a reflexão sobre o que cabe à docência no cenário atual.
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