Alturas de voos de drones e a eficiência de aplicação em plantas daninhas de pastagens
DOI:
https://doi.org/10.46636/recital.v8i1.758Palavras-chave:
Vants, Cobertura de pulverização, Agricultura de precisão, DerivaResumo
Este estudo avaliou a eficiência da pulverização agrícola realizada com drones em plantas daninhas presentes em áreas de pastagem de Urochloa eminii, através de cinco alturas de voo: 4, 6, 8, 10 e 12 m. O experimento foi conduzido no município de Almenara-MG, na região do Baixo Vale do Jequitinhonha, nordeste de Minas Gerais. O herbicida foi simulado pelo uso de uma calda de pulverização preparada, utilizando-se água com óleo mineral, na proporção de 500 mL de óleo para cada 10 L de água. Para a coleta dos dados, foram distribuídos na área 20 cartões hidrossensíveis por parcela, posicionados a 70 cm de altura do solo para simular o dossel do alvo (plantas daninhas). Em laboratório, com o auxílio do software Gotas, foram identificados: a densidade de gotas (gotas cm-2), amplitude relativa (adimensional), o diâmetro da mediana volumétrica (DMV) (μm) e a cobertura (%). Os resultados indicaram que a altura de voo de 4 m proporcionou, para as condições locais deste trabalho, a melhor qualidade de aplicação em pastagem de Urochloa eminii. A segunda melhor altura de voo foi 6 m, pois obteve a mesma classificação dos parâmetros avaliados em 4 m, com exceção apenas de densidade de gotas. Já as alturas de voos de 8, 10 e 12 m demonstraram menor eficiência na aplicação para quase todos os parâmetros utilizados, exceto para o DMV, que não se diferiu entre as alturas de voo avaliadas.
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